|

Caros Associados,
Considero fulcral referir aquilo que, no meu entender, são as linhas orientadoras e desafios para o novo mandato a que me propus. Como em todo e qualquer projeto, o cunho pessoal, neste caso, dos novos corpos sociais que me acompanham, tentará ser marcante e diferenciador com o objetivo de criar valor à entidade que representamos. O nosso contributo deve refletir-se no cumprimento dos desígnios e missão da ACG. A Associação do Comércio e Serviços do Distrito da Guarda é uma entidade centenária, detentora de um histórico invejável e tem como área de ação o distrito da Guarda, representando assim mais de 1500 associados. Pois é nestes associados que a mesma deve basear a sua estratégia de ação. A pergunta que se coloca é, como? Garantindo a qualidade e variedade de serviços disponíveis e assegurados pela equipa técnica da ACG, nos quais destaco o apoio jurídico, a consultadoria especializada sobre programas e sistemas de incentivos empresariais, toda e qualquer ajuda necessária, na forma de apoio à atividade. Dando continuidade ao projetos em curso, nos quais refiro os programas de ação-formação e consultadoria Dinamizar e QIPME, os cursos de aprendizagem de dupla certificação para jovens, o projeto Happy Start e a manutenção da oferta de cursos modelares de curta duração. Também, mantendo a obrigação de dar continuidade à valorização e reconhecimento de uma atividade económica especifica ou um produto endógeneo característico, tal como se pode verificar no programa Guarda Prestige 2012 criando condições e implementando, de uma forma calculada e responsável, ações com o objetivo de elevar a dinâmica comercial, tal como tem sido a participação nas atividades natalícias e de São João. Garantindo a lógica de investimento da ACG, visível no projeto de Reabilitação Urbana do Logradouro da sede da ACG, que irá estar disponível daqui a 2 meses e irá disponibilizar o acesso rápido ao Centro Histórico da Guarda e a oferta de 43 lugares de estacionamento para veículos de pequenas e grandes dimensões. Isto pautado pelo rigor e responsabilidade que a ACG mantém na execução do seu plano de recuperação económica. As relações institucionais exteriores devem ser melhoradas através de uma participação ativa e presente, quer naquelas que a ACG está presente, tais como a APGUR, a Ensiguarda, a Escola de Hotelaria de Manteigas e a Pró-Raia, bem como naquelas que interagem e influenciam o distrito da Guarda ou setores económicos. Refiro-me às câmaras municipais, ao Consórcio Empresarial Beiras e Serra da Estrela, CEC, CCP, AEP e outras entidades públicas-privadas representativas. Ao poder autárquico reconhecemos a responsabilidade primária do desenvolvimento local bem como o conhecimento das suas adversidades. Assim, a ACG promoveu reuniões com as Câmaras da Guarda, Almeida, Mêda, Foz Côa e Sabugal, na pessoa dos seus presidentes. No atual panorama, socioeconómico instável e adverso, assumimos que a Associação do Comércio e Serviços do Distrito da Guarda irá reforçar a sua proximidade com os seus associados indo assim de encontro às suas perspetivas.
Bons Negócios!
Miguel Alves

|